Alberto João Jardim apresentou demissão do cargo de Presidente do Governo Regional da Madeira no dia 19 de Fevereiro de 2007em protesto contra a nova Lei das Finanças Regionais, no intuito de forçar eleições antecipadas, avançando novamente como candidato, se tal acontecer.
Alberto João Jardim avançou com a demissão — provando que "não estar agarrado ao poder", segundo as suas palavras — com o anúncio prévio de que irá recandidatar-se. "Coloco-me nas mãos do povo, mas ao recandidatar-me à liderança do governo regional demonstro que não fujo, nem abandono, quando as circunstâncias estão insuportavelmente muito mais difíceis", sublinhou. O presidente demissionário considera que esta "é a hora de afirmação" dos madeirenses. "Esta é a oportunidade para os madeirenses mostrarem ao país e ao mundo, através do direito de voto de cada um, que repudia a desigualdade e a injustiça", reforçou. Num discurso de nove páginas, o início foi de críticas directas aos socialistas e ao Governo de José Sócrates, que acusou de "instrumentalizar o Estado para fins partidários" e de proceder "à alteração ditatorial das regras democráticas" com a nova Lei das Finanças Locais.
Se quiser mais informações e/ou mais detalhes, http://www.publico.clix.pt/ .
Vamos ver no que é que isto vai dar... Mas cá para mim, o Alberto João Jardim vai ganhar as eleições, provando assim, que é um grande mainupulador de massas (como o nosso amigo Adolf Hitler, por exemplo). Porém, infelizmente, para grande parte da população, isso simbolizará o facto de ele ter os portugueses do lado dele (é o que eu digo: pura manipulação)...
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Resposta a solitarioh2005
Ora vamos lá esclarecer uma coisa:
Não tem nada que ver o facto de ficar bem o mal o dizer-se que se é a favor ou contra o aborto:
Primeiro Ponto: Se "nós" dizemos que muitos dos que são contra, o são, porque fica mal dizer-se que se é a favor, então eles também podem dizer que fica mal dizer-se que se é contra, sabendo que a lei não está a ser aplicada (argumento utilizado por Marcelo Rebelo de Sousa no "Assim não").
Segundo Ponto: Volto a repetir (parecendo que não, isto cansa, tem-se a sensação que escrever não serve de nada, pois ninguém nos ouve, ou só ouve o que quer ouvir), não se trata de ser contra ou a favor do aborto, trata-se da sua D-E-S-P-E-N-A-L-I-Z-A-Ç-Ã-O! Ou seja, a mulher passa a ter um direito sobre o feto ATÉ ÀS DEZ SEMANAS, combatendo assim o aborto clandestino, que ao ser praticado, põe em risco a saúde e vida da mulher; não sendo assim punida. Se fosse a L-I-B-E-R-A-L-I-Z-A-Ç-Ã-O, então não seria limitado.
Pois eu digo aos que são a favor do NÃO, uma das maneiras de impedir que tantas mulheres façam abortos (pelo menos menores, o que já é um avanço), é haver Educação Sexual em todas as escolas, sem excepção, mostrando-lhes assim os meios de contracepção.
E meu caro solitarioh2005, quando diz que o melhor é o governo subsidiar infantários, e/ou aumentar o subsídio para as mães solteiras, etc (ver comentário do post anterior), quanto a mim, é pura demagogia.
Não tem nada que ver o facto de ficar bem o mal o dizer-se que se é a favor ou contra o aborto:
Primeiro Ponto: Se "nós" dizemos que muitos dos que são contra, o são, porque fica mal dizer-se que se é a favor, então eles também podem dizer que fica mal dizer-se que se é contra, sabendo que a lei não está a ser aplicada (argumento utilizado por Marcelo Rebelo de Sousa no "Assim não").
Segundo Ponto: Volto a repetir (parecendo que não, isto cansa, tem-se a sensação que escrever não serve de nada, pois ninguém nos ouve, ou só ouve o que quer ouvir), não se trata de ser contra ou a favor do aborto, trata-se da sua D-E-S-P-E-N-A-L-I-Z-A-Ç-Ã-O! Ou seja, a mulher passa a ter um direito sobre o feto ATÉ ÀS DEZ SEMANAS, combatendo assim o aborto clandestino, que ao ser praticado, põe em risco a saúde e vida da mulher; não sendo assim punida. Se fosse a L-I-B-E-R-A-L-I-Z-A-Ç-Ã-O, então não seria limitado.
Pois eu digo aos que são a favor do NÃO, uma das maneiras de impedir que tantas mulheres façam abortos (pelo menos menores, o que já é um avanço), é haver Educação Sexual em todas as escolas, sem excepção, mostrando-lhes assim os meios de contracepção.
E meu caro solitarioh2005, quando diz que o melhor é o governo subsidiar infantários, e/ou aumentar o subsídio para as mães solteiras, etc (ver comentário do post anterior), quanto a mim, é pura demagogia.
domingo, fevereiro 18, 2007
ABORTO: Votar por votar
Acho engraçado o facto das pessoas em geral (os portugueses) associarem o SIM ao facto de se estar ou não a favor do aborto, quando a pergunta colocada tinha única e exclusivamente que ver com a sua despenalização. Os portugueses estão constantemente a surpreender-me e, infelizmente, na maior parte das vezes, negativamente... Mas voltando ao assunto inicial:
Acho incrível que, numa das sondagens feitas antes do dia do referendo, tenham mostrado uma percentagem de pessoas (e não eram assim tão poucas), que nem sequer sabiam que a questão da despenalização do aborto, estava a ser discutida, e que dia 11 de Fevereiro de 2007, se iria votar.
Também acho incrível o facto de, numa reportagem da RTP2 (o programa é o "Pica"), terem entrevistado jovens na rua(menores), perguntando-lhes o que era o referendo da despenalização do aborto e... praticamente nenhum sabia o que era, porém, a maior parte insistiu em explicar (por muito absurda que a explicação fosse). Depois, a pergunta mais esperada: "És contra ou a favor?", ora, se quase nenhum sabia o que era, obviamente que, não deram uma justificação aceitável para a sua escolha: "todos" diziam que não, afirmando que eram totalmente contra o aborto; quando a questão que é colocada é a da despenalização deste.
Pode parecer muito óbvio ter de dizer mais que uma vez qual a questão colocada, mas a verdade é que nunca é demais, o que se veio a confirmar depois de se votar. Acho uma vergonha a abstenção, sim, é verdade, porém, votar por votar, também não defendo!
Acho incrível que, numa das sondagens feitas antes do dia do referendo, tenham mostrado uma percentagem de pessoas (e não eram assim tão poucas), que nem sequer sabiam que a questão da despenalização do aborto, estava a ser discutida, e que dia 11 de Fevereiro de 2007, se iria votar.
Também acho incrível o facto de, numa reportagem da RTP2 (o programa é o "Pica"), terem entrevistado jovens na rua(menores), perguntando-lhes o que era o referendo da despenalização do aborto e... praticamente nenhum sabia o que era, porém, a maior parte insistiu em explicar (por muito absurda que a explicação fosse). Depois, a pergunta mais esperada: "És contra ou a favor?", ora, se quase nenhum sabia o que era, obviamente que, não deram uma justificação aceitável para a sua escolha: "todos" diziam que não, afirmando que eram totalmente contra o aborto; quando a questão que é colocada é a da despenalização deste.
Pode parecer muito óbvio ter de dizer mais que uma vez qual a questão colocada, mas a verdade é que nunca é demais, o que se veio a confirmar depois de se votar. Acho uma vergonha a abstenção, sim, é verdade, porém, votar por votar, também não defendo!
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