quarta-feira, março 03, 2010

Random thing I wrote

Não estás
Não escutas
Não mereces
Amar não é isto
Não pode ser
Não entales a minha mão - agarra-a
Responde mesmo que não te chame
Rio, choro, tenho feridas e cicatrizes. Estou aqui!
Diz-me que o hoje é insignificante e que o amanhã são rosas
Faz com que pense "E se não fosse por
ti"

Oh vês-me, o que é pior!
Falas-me dos teus dilemas
Eu reconforto-te mas agora digo apenas:
« Vamos falar sobre mim »


Nem sei porque escrevi isto para ser sincera. Estava aborrecida comigo e não com ninguém mas a revolta foi projetada noutra pessoa no poema (vá-se lá saber porquê!).

domingo, fevereiro 28, 2010

brindas-me com o teu sorriso soturno

e olhar apagado

eu aproximo-me

envolvo-me nos teus braços afago a tua cara

beijo-te

tu afastas-te esquivas-te empurras-me

uma facada duas

três os meus olhos são água o meu peito é sangue

tento alcançar-te e agarro um fantasma

não te amo se te não toco

não te amo se és fumo de que foges

mostra-te sei que aí estás

aparece para eu te assombrar não

desaparece de vez

não quero ser estúpida ingénua gozada não

quero conhecer a dor não

quero sangrar e não morrer

só quero voltar

ao tempo em que era princesa

ao tempo em que o coração não era traidor


não quero amar


Devo dizer que o esqueleto deste texto escreveu-se praticamente sozinho. Eu só tive de fazer de intermediária entre a minha mente e o blog. Inconscientemente é que se dizem as verdades...

A minha família do Chile está bem felizmente!

Sim era mesmo para veres