Há dias em que penso que devia ter um jornal. Criar um jornal. O meu jornal!
Tantos pensamentos se passeiam nesta panela de pressão que é a mente, que encheriam cem páginas por minuto. Não, o que eu quero mesmo é um diário! Um calhamaço que saia de manhã, talvez completado pelo suplemento vespertino. Não. Insuficiente. Uma gravação perpétua da minha psyche, que um secretário passaria por escrito. Um invento que me permitisse apenas pensar com uma caneta na mão, de ponta assente no papel. Tudo seria registado. Para quê triagem? Para quê censuras que só nos impedem de assumir a autoria de certos pensares?
Por agora deixo-vos com estas reflexões. Foram mais polidas do que gostaria. Ainda não estou preparada. O jornal fica para amanhã...
quinta-feira, junho 14, 2012
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